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Insolação e hipertermia: quando o calor deixa de ser normal

Publicado em 08 de Janeiro de 2026 por Centro Médico Pastore

Com o início do ano, muitas pessoas aproveitam as férias para ir à praia, piscinas e áreas abertas. No entanto, a exposição excessiva ao sol, sem os devidos cuidados, pode trazer riscos importantes à saúde, especialmente para a pele, que é diretamente impactada pelo calor intenso e pela radiação solar.

Por isso, neste artigo, você vai entender condições como insolação e hipertermia, e como identificar sinais iniciais relacionados ao calor e de que forma a prevenção e o acompanhamento médico ajudam a proteger a pele.

O que é insolação?

A insolação acontece quando o corpo sofre uma exposição prolongada ao sol e perde a capacidade de controlar a própria temperatura. Nesse cenário, a temperatura corporal pode ultrapassar os 40 °C.

Além disso, a insolação afeta diretamente o sistema nervoso, mas, antes disso, a pele costuma ser um dos primeiros órgãos a apresentar sinais de alerta, como vermelhidão intensa, sensibilidade, ardência e ressecamento excessivo após a exposição solar.

Os principais sinais incluem:

  • Pele quente e avermelhada, geralmente seca;
  • Dor de cabeça intensa;
  • Confusão mental ou desorientação;
  • Náuseas e vômitos;
  • Convulsões ou perda de consciência.

Por isso, a insolação exige avaliação médica adequada, especialmente quando os sintomas surgem após longos períodos de sol, como acontece em passeios à praia.

O que é hipertermia?

A hipertermia ocorre quando o corpo eleva a temperatura acima do normal devido ao calor excessivo ou à dificuldade de dissipar o calor produzido internamente.

Diferentemente da insolação, o organismo ainda consegue reagir nos estágios iniciais, principalmente com hidratação e retirada da pessoa do ambiente quente. Mesmo assim, a condição merece atenção médica e acompanhamento, especialmente em períodos de calor intenso e exposição frequente ao sol.

Entre os sintomas mais comuns, destacam-se:

  • Aumento da temperatura corporal;
  • Suor excessivo;
  • Fraqueza e cansaço;
  • Tontura;
  • Dor de cabeça e náuseas.

Entretanto, quando não recebe cuidados, a hipertermia pode evoluir para quadros mais graves. Por isso, a prevenção e o acompanhamento médico ajudam a evitar recorrências ao longo do verão.

Quem corre mais risco?

Embora qualquer pessoa possa desenvolver essas condições, alguns grupos apresentam maior vulnerabilidade, como:

  • Crianças e bebês;
  • Idosos;
  • Pessoas com doenças crônicas;
  • Pessoas que praticam atividade física sob o sol;
  • Pessoas que fazem uso de determinados medicamentos.

Além disso, ambientes abafados, pouca hidratação e exposição prolongada ao sol aumentam significativamente os riscos. Pessoas com pele sensível, histórico de doenças dermatológicas ou que utilizam medicamentos e cosméticos fotossensibilizantes também devem redobrar os cuidados. 

Nesses casos, a avaliação médica preventiva faz toda a diferença.

O que fazer diante dos primeiros sinais?

Ao perceber sinais de superaquecimento corporal, agir rapidamente é essencial. Por isso, recomenda-se:

  • Levar a pessoa para um local fresco e ventilado;
  • Oferecer água ou líquidos, se ela estiver consciente;
  • Retirar o excesso de roupas;
  • Aplicar compressas frias em regiões como pescoço, axilas e virilha.

Se manter hidratado é sempre essencial no verão. (Imagem: Reprodução / Freepik)

Como evitar insolação e hipertermia no verão?

A prevenção é fundamental, especialmente durante idas à praia ou atividades ao ar livre. Por isso:

  • Evite o sol entre 10h e 16h;
  • Use protetor solar e reaplique conforme orientação;
  • Beba água com frequência, mesmo sem sede;
  • Utilize roupas leves, chapéus e óculos de sol;
  • Redobre os cuidados com crianças e idosos.

Além disso, manter uma rotina de cuidados com a pele, com uso correto do protetor solar, escolha adequada de produtos e orientação médica, ajuda a reduzir os impactos do sol e do calor ao longo do verão.

Quando procurar ajuda médica?

Sempre que os sintomas persistirem ou se agravarem, a avaliação médica se torna indispensável. Além disso, o acompanhamento dermatológico é essencial, pois orienta os cuidados adequados com a pele após a exposição solar, ajuda a identificar possíveis danos precoces e contribui para a prevenção de problemas cutâneos a longo prazo.

No Centro Médico Pastore, você encontra atendimento médico com foco em prevenção, orientação e cuidado com a sua saúde, incluindo o acompanhamento adequado para quem busca mais segurança e bem-estar durante o verão.


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